BABYWEARING!

Vamos comemorar também esta semana?! “Carregando tradições”
SLINGUE – Uma ótima maneira de estar sempre com seu bebê! 
E tem mais diversos tipos de slingues! E maneiras diferentes de serem utilizados!!!!
Muito legal!!!


“Babywearing” simply means holding or carrying a baby or young child using a cloth baby carrier. Holding babies is natural and universal; baby carriers make it easier and more comfortable, allowing parents and caregivers to hold or carry their children while attending to the daily tasks of living. Babywearing helps a new dad put a fussy newborn to sleep. It allows a new mom use both hands to make a sandwich. It lets an experienced parent or caregiver carry a baby on her back and wash the dishes, do the laundry, take a hike, or weed the garden, all while keeping the baby safe and content.
Babywearing is a Skill
There are many baby carriers on the market. However, a commercial baby carrier is not necessary for babywearing. Many people use simple pieces of cloth to safely and comfortably carry their babies. Additionally, there is a learning curve with any baby product, including commercial baby carriers. Parents and caregivers often benefit from thinking of babywearing as a skill they can learn, rather than as the result of a product they can buy. Many babywearing techniques can be learned in just a few minutes. Some techniques, such as carrying a baby on your back, take more time and practice to master, but the extra effort is rewarded with liberation and increased comfort.”
Fonte:   Babywearing

Período intrauterino e primeira infância precisam de atenção

Período intrauterino e primeira infância precisam de atençãoPrimeira infância saudável evita doenças crônicas na vida adulta

Garantir um bom desenvolvimento durante a primeira infância (0 a 6 anos, conforme definido pelo Ministério da Saúde – MS) diminui as chances de aparecimento de doenças crônicas não transmissíveis na vida adulta. Colesterol, doenças cardíacas, obesidade, diabete tipo 2, hipertensão e osteoporose são exemplos de enfermidades que podem ser evitadas desde a gestação, conforme mostra um estudo do epidemiologista inglês David Barker, com conclusões mundialmente reconhecidas pela comunidade científica.
“Há mais de 20 anos, o doutor Barker partiu da hipótese de que crianças que nasciam com baixo peso tinham mais infartos ou problemas do coração quando adultas. A partir daí, ele levantou outra hipótese que mostrava que algumas doenças crônicas de adultos tinham origem fetal”, explica o epidemiologista e coordenador nacional adjunto da Pastoral da Criança Nelson Arns Neumann. “Já se sabe que as crianças que têm algum tipo de sofrimento durante a gestação têm mais chance de desenvolver alguns tipos de doenças na vida adulta.”
Algumas justificativas para isso são velhas conhecidas: o uso de cigarros, drogas e álcool durante a gravidez, pressão alta e diabete desenvolvidos pela mãe nesse período. Outras são mais recentes, porém não menos prejudiciais, como a recusa insensata da gestante em engordar – o que deixa o bebê subnutrido –, a maternidade cada vez mais tardia e, principalmente, a antecipação do parto por causa da cesárea.
De acordo com o Minis­tério da Saúde, crianças que nascem duas semanas antes da data ideal têm 120 vezes mais chances de ter problemas respiratórios. Para Neumann, a antecipação do parto sem necessidade representa erro ou incompetência médica. “Existem casos em que você precisa fazer [o parto] antes, claro, mas em geral o médico vai acompanhando dia a dia, deixa o maior tempo possível dentro da barriga da mãe, porque, mesmo para a criança doente, a melhor UTI é dentro da barriga da mãe”, salienta. 
Primeiros anos
Apesar de decisiva, a vida intrauterina não é a única que define o surgimento das doenças. Mesmo após o parto, durante os primeiros anos da criança, os pais precisam ficar atentos ao desenvolvimento dos filhos para evitar problemas futuros. Segundo o pediatra e presidente da Sociedade Brasileira de Pediatra, Eduardo Vaz, negligenciar essa fase, além de contribuir para o desenvolvimento das doenças crônicas não transmissíveis também pode causar deficiência neuronal. “Crianças com menos suporte têm a região do hipocampo [responsável, sobretudo, pelas funções relacionadas à memória] diminuído, e isso faz com que elas fiquem mais sujeitas a transtornos de depressão e ansiedade quando se tornarem adolescentes”, completa.
Apego, atenção e afetividade são essenciais
Contribuir para uma evolução saudável durante a primeira infância requer mais do que manter rotinas de cuidados com a saúde. Para o professor do curso de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e especialista em desenvolvimento infantil Mauro Luís Vieira, apego, atenção e afetividade são essenciais. “A criança precisa da vinculação, e nada vai substituir a atenção dos pais. Como a maioria dos pais e mães trabalha fora, os poucos momentos que passam com a criança têm de ser intensivos, para que haja afetividade”, explica.
Além disso, o período inicial da vida molda o comportamento da criança. É nessa época que os pais precisam encarar a responsabilidade de impor limites. Segundo Vieira, esse é um grande problema da família atual, uma vez que vários pais e mães não têm ideia das consequências que pode causar a falta do “pulso firme” e não sabem como lidar com a situação adequadamente.
Medo
De acordo com o pediatra do Hospital Pequeno Príncipe Cícero Kluppel, a falta de imposição, que pode ser nociva para o desenvolvimento dos filhos, acontece muitas vezes porque a família tem medo de reprimir a criança. “Saímos de uma fase em que o limite era extremo e fomos para uma geração em que se permite tudo. Essa geração não está conseguindo colocar limites por medo de estar passando da conta”, explica.
No entanto, o pediatra ressalta que o limite não deve ser desconsiderado quando o assunto é comportamento, pois tal atitude traz segurança para a própria criança. “Quando há rotina, que é um tipo de limite, o filho passa a se sentir seguro porque sabe o que vai acontecer. Sem rotina, a criança vai criar mecanismos para chamar a atenção, vai agir com birra exacerbada.”
Fonte e reportaem completa: GAZETA DO POVO http://www.gazetadopovo.com.br

Para quem curte PETs!

Cachorros

Cachorro protege bebês contra infecções, diz estudo

PESQUISA DEMONSTROU MAIOR RESISTÊNCIA NO OUVIDO E NAS VIAS RESPIRATÓRIAS.
ANÁLISE INCLUIU APENAS O PRIMEIRO ANO DE VIDA DAS CRIANÇAS.

Os bebês que convivem com cães têm menos chances de apresentar alguns tipos de infecções nos ouvidos ou problemas respiratórios do que aquelas que não têm bichos de estimação, segundo um estudo divulgado nesta segunda-feira (9).
O estudo, publicado na revista americana “Pediatrics”, não especifica os motivos do resultado, mas sugere que ficar perto de um cachorro fortaleceria o sistema imunológico da criança em seu primeiro ano de vida.
Os gatos também ofereceriam este tipo de proteção para os bebês, mas o efeito seria menor do que com os cães.
O estudo incluiu 397 crianças, com idade entre entre dois meses e um ano, na Finlândia. Durante um ano, elas foram levadas pelos pais para análises de sua saúde.
Fonte:
http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/07/cachorro-protege-bebes-contra-infeccoes-diz-estudo.html

Vantagens do Aleitamento Materno

amamentaçãoE para começar os posts sobre aleitamento materno, vamos começar com as vantagens!!! (até porque, não há desvantagem em amamentar um filho(a))

Hoje temos diversos estudos acerca  das vantagens do ALeitamento Materno, e aqui seguem algumas delas:

VANTAGENS PARA O BEBÊ

  • O  leite materno tem todos os nutrientes, vitaminas e água que seu bebê precisa para ser bem nutrido. atlém disto, contém determinados elementos protetores (que só estão presente no leite materno), que são essenciais para a formação do sistema imunológico.
  • O leite materno ajuda a proteger seu filho de infecções respiratórias, otitelas, alergias, meningites, além de diarréias e cólicas

VANTAGENS PARA A MULHER

  • O ato de amamentar proporciona mais segurança, menos ansiedade
  • O aleitamento materno protege contra câncer de mama a cólo de útero
  • Alguns hormônios envolvidos na amamamentação induzem ocntração uterina, propiciando cessamento do sangramento pós-parto mais rapidamente
  • Quando em aleitamento materno exclusivo e em livre demanda, a mulher pode “contar” com o gasto energético para produção do leite como auxiliar para perda de peso pós parto

VANTAGEM PARA TODA A FAMÍLIA

  • O aleitamento materno estímula a formação do vínculo mãe-bebê
  • O leite materno está pronto, em quantidade, temperatura adequadas para seu filho, sem necessitar manipulação.

Além disto,  Amamentar é um ato natural e constitui a melhor forma de alimentar, proteger e amar o seu bebê.

Contudo, embora a amamentação seja um processo fisiológico e natural,  em muitos casos precisa ser aprendido, e bem orientado.

Portanto, para aquelas mulheres que estão com dificuldades no aleitamento materno, o ideal é que procurem um profissional habilitado que possa ajudar e orientar!

Bibliografia consultada

Giuliani, E. Aleitamento materno na prática clínica. Jornal de Pediatria – Vol. 76, Supl.3, 2000

Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e alimentação complementar / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2009

#aleitamento materno, #nutrianaterrazzan,

10 dicas para a introdução alimentar saudável

E a pergunta que muitos pais fazem: O QUE DEVE TER NA ALIMENTAÇÃO DO MEU FILHO?!

Bom, a alimentação infantil deve ser o mais saudável possível, afinal é a partir do momento da introdução dos alimentos que iniciamos a formação dos hábitos alimentares. A alimentação variada, além de fornecer diversos nutrientes aos pequenos, proporciona contato com diversas texturas e sabores.

Vale ressaltar: O Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde preconizam ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO (sem oferta de água, chás ou outros líquidos) nos primeiros 6 meses de vida. E complementar até os 2 anos ou mais.
Então, vamos começar pelo começo!!
A introdução de alimentos e outros líquidos deve ser feita de forma lenta e gradual, a partir dos 6 meses de idade. Algumas orientações são fundamentais!
Lembrando que para crianças não amamentadas (em uso dos substitutos do leite materno) a introdução alimentar pode ser iniciada mais precocemente, a partir dos 4 meses de idade, mas esta decisão deve ser tomada pelo pediatra e nutricionista, de acordo com cada caso e cada família.
 
10 dicas para a introdução alimentar saudável
1)    Oferecer alimentos na consistência de purê: não liquidificar os alimentos; não passar os alimentos na peneira – esta prática é importante para que a criança se habitue a mastigar e engolir alimentos em consistência diferente à do leite materno ou substitutos
2)    Oferecer frutas variadas e sem adição de mel, açúcar, melado ou assemelhados – as frutas não precisam de açúcar extra, mesmo aquelas mais ácidas como limão, abacaxi, laranja.
3)    Ainda falando sobre as frutas: o ideal é iniciar a oferta com aquelas mais adocicadas como banana, mamão, maçã, pera e aos poucos acrescentar frutas diferentes no cardápio dos pequenos. Atenção – não misture as frutas, as crianças devem aprender a diferenciar os sabores.
4)    E mais: o ideal é evitar os sucos, principalmente na fase de introdução dos alimentos. As crianças precisam aprender a tomar água!
5)    As carnes (exceto embutidos como linguiça, salsicha, presunto) devem estar presente na alimentação da criança desde o princípio da introdução alimentar –  a dica é cozinhar bem para que fiquem macias e fáceis de desfiar e picar.
6)    Para as papas salgadas o ideal é que contenham pelo menos um carboidrato, uma leguminosa, uma carne, uma verdura e um legume. Ex.: papa de frango com mandioquinha, couve,cenoura e lentilha.
7)    Assim como a papa de fruta não necessita de adição de açúcar, a papa salgada, apesar do nome, não necessita  adição de sal! O melhor é utilizar temperos mais naturais como manjericão, manjerona, orégano, alho, cebola…
8)  Muito importante também é lembrar que as crianças podem não aceitar a alimentação de imediato. Elas precisam de pelo menos 10 contatos com cada alimento para conhecer o sabor de cada um deles.
9)    Ah, e a porção aceita pela criança pode variar. Tanto de uma refeição para outra quanto de um dia para outro. E principalmente de uma criança para outra!! O ideal é começar com a oferta de 2 colheres de sopa  e aumentar a quantidade gradualmente.
10) A consistência também evolui! Aos 8 meses é importante iniciar a oferta de alimentos bem picados e não apenas amassados. E aos 12 meses a criança deve receber a alimentação na mesma consistência da família.

Nos próximos posts mais algumas dicas!
E você tem dúvidas sobre a alimentação do seu filho? Deixe seu comentário!

#introduçãoalimentar #nutriçãoinfantil #aleitamentomaterno

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