Aos papais e mamães.. com carinho!!

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Você já parou para pensar no futuro do seu filho?
Claro que sim. Certamente.
Já deve ter pensado em tudo que espera para seu filho. Escola, faculdade, curso de inglês, balé, futebol… já deve ter pensado em quanto você quer que seu filho não seja um usuário de drogas, que saiba se divertir e ser cauteloso ao mesmo tempo, que tenha muitos amigos, que seja bom aluno, seja culto, goste da fazenda, goste de cinema, goste de esportes.. enfim, cada um de nós, pais, pensamos e fazemos muitos planos para nossos filhos, sempre esperando o melhor. Certo?
A pergunta que fica é: você pensa na alimentação do seu filho? Você sabe o quanto a alimentação do seu filho, desde o nascimento, pode interferir na vida a longo prazo? Você já parou para pensar que sem uma alimentação saudável e adequada seu filho talvez não consiga fazer metade do que você está planejando para o futuro dele?
E sabe porque? Porque quem vai ao supermercado é você. Quem compra os alimentos que tem em sua casa é você. Quem oferece a alimentação ao seu filho é você. Quem ensina o que deve e o que não deve ser consumido é você. O espelho é você. Se você consome, seu filho consome. Se você não consome, a possibilidade do seu filho consumir é mínima.
E o que isso tem a ver com o futuro?
Estudos comprovam que a obesidade e suas comorbidades estão aumentando a cada dia, e as crianças estão sendo afetadas já aos 2 anos de idade, apresentando alterações lipídicas, alterações na tensão arterial, excesso de peso, entre outras. E isto sim, pode implicar em complicações para o futuro. Aquele futuro que você planejou, idealizou…
E se você não cuidar da alimentação do seu filho agora..

Programa Mundo Sem Mulheres – canal GNT

já assistiram ao programa Mundo sem Mulheres do Canal GNT???

Para alguns pais é realmente difícil ficar com os pequenos… sem a presença das mamães!!! E na sua casa, como isto funciona?

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Atenção ao excesso de atividades para as crianças

MATÉRIA PUBLICADA NA ZH EM 27/03/2013

Segundas e quCRIANCA CANSADAartas, natação e inglês. Terças e quintas, balé. Sábados, ginástica olímpica. Ufa! Cada vez mais, os pais estão ocupando seus filhos com atividades extracurriculares, que vão desde exercícios físicos até o aprendizado de idiomas.

Que as atividades fora da escola beneficiam as crianças, não há dúvidas. Mas qual é o limite?

Manter-se ocupado é importante, inclusive para os pequenos. Ter obrigações resulta em disciplina, ajuda as crianças a se socializar e a administrar o tempo. Mas o excesso de atividades não combina com o universo infantil. A prática pode resultar na perda de concentração e comprometer a saúde dos pequenos. Quanto mais atividades eles têm, maiores são as obrigações e a responsabilidade. Isso faz com que muitos acabem desenvolvendo distúrbios bastante comuns em adultos, como a depressão e o estresse.

Luiza Costa Silva, de nove anos, divide seu tempo entre a escola, as aulas de natação, de inglês, e agora também aulas de catequese às quartas-feiras. Apesar de ter uma agenda bastante ocupada, Luiza ainda consegue achar tempo para brincar. Isso porque, há alguns anos, sua mãe viu que o excesso de atividades estava prejudicando a filha.

— Houve momentos em que a Luiza apresentou dores de cabeça, de estômago e outras queixas. Aí vimos que ela estava sobrecarregada e decidimos controlar mais as atividades — explica a enfermeira Ângela Maria Costa Silva, 43 anos.

Preocupada com a saúde física e mental da filha, Ângela decidiu buscar um acompanhamento profissional para gerenciar a agenda de Luiza, e manter, assim, um equilíbrio entre as horas de estudo e as de lazer:

— Este ano, ela queria fazer natação, judô e mais uma atividade física. Eu tive de dizer não, e fazer ela escolher só um exercício. Assim podemos organizar melhor nosso dia, e sobra tempo para brincar.

Infelizmente, não são todos os pais que têm esse cuidado, explica a psiquiatra e psicanalista de crianças e adolescentes Marlene Silveira Araújo. Muitas crianças sofrem com o excesso de atividades porque os pais acreditam que isso os deixará mais preparados para o futuro, e pensam que é necessário despertar a competitividade desde cedo para garantir o sucesso profissional. Além disso, existe a dificuldade de não ter onde deixar os pequenos durante o dia. Para resolver o problema, os pais mantêm os filhos ocupados o máximo possível.

— Não podemos esquecer que, na correria do dia a dia, às vezes falta tempo para dar atenção aos filhos. Com as atividades, os pais tentam também aliviar uma certa culpa de sua ausência física e emocional — comenta a psicóloga Carla Melani.

Problemas de adultos

Sintomas como os citados no quadro acima, comuns na vida de adultos pelo estresse diário, não deveriam fazer parte da realidade das crianças, afirma a psiquiatra Marlene Silveira Araújo:

— Existe uma demanda na sociedade atual na qual as pessoas têm que estar preparadas para a competição, onde o melhor é que vai levar vantagem. Os pais querem criar os filhos para esse mundo e acabam se precipitando ao inseri-los na realidade adulta antes que eles tenham se desenvolvido, antes que estejam maduros.

Os pais devem ficar sempre atentos para os sinais de que algo não está bem. Quando forem identificados, é preciso conversar com os filhos para tentar entender o que está causando o mal-estar. Para a presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), Quézia Bombonatto, é preciso, em primeiro lugar, prestar atenção nos pequenos:

— Deve-se “decifrar” os sintomas com as mensagens que a criança envia. Depois de conversar e levantar os motivos que foram apontados, deve-se ponderar e tentar modificar a situação.

Se mesmo depois do diálogo o problema persistir, é importante procurar a ajuda de especialistas para identificar o que está acontecendo com a criança.

Não dá para fazer tudo

Balancear os desejos da criança com o que é recomendado pode ser um desafio. Na infância, a vontade de conhecer e experimentar tudo é saudável e comum, mas é aí que a experiência dos adultos pode ajudar. Os pais devem conversar com os filhos e ensiná-los que nem tudo é possível, que existem limites e eles devem ser respeitados. Uma forma de mostrar isso é fazer os pequenos escolherem entre as diversas opções disponíveis.

Como é um momento de descoberta, os pais devem também estar preparados para mudanças. As crianças estão conhecendo os diferentes esportes, instrumentos musicais e demais habilidades. Só que, muitas vezes, podem não se adaptar a eles.

— Nunca se deve forçar a prática de algo que a criança não gosta ou com a qual não se adapta. Somente experimentando ela poderá desenvolver interesse por áreas distintas — explica Carla.

Os pais devem sempre ter em conta que as atividades extras são importantes, mas não devem ser colocadas como obrigações. As crianças precisam ter afinidades e gostar do que estão fazendo.

— É preciso que os pais saibam que, se as crianças não forem sadias, não serão adultos capazes de competir por coisa alguma, podem se tornar adultos frustrados e inseguros — complementa a presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), Quézia Bombonatto.

Infográfico: veja se o excesso de atividades está pesando na agenda do seu filho

O ritmo ideal

Até dois anos
Durante os primeiros anos de vida, o objetivo é descobrir as coisas, aprender a socializar e brincar. Por isso, é necessário que a criança tenha tempo livre para interagir com outras crianças. Não é recomendável nenhuma atividade extra nesse período.

Três a cinco anos
A criança já deve começar a frequentar a escolinha, onde as brincadeiras são mais organizadas. A fantasia tem um papel importante, então é preciso deixar os pequenos criarem e imaginarem livremente. Além da escola, os pais podem levar os filhos em uma ou no máximo duas atividades extras, que devem ser mais lúdicas, como a música, ou que impliquem movimento, como a natação.

A partir dos seis anos
Ela passa a desempenhar mais tarefas escolares, e a responsabilidade aumenta. Por isso, é preciso organizar melhor os horários. A lição de casa deve ter hora para terminar, e a criança precisa de um período ainda grande de lazer. Atividades extras em grupo, como futebol, inglês ou ginástica olímpica, por exemplo, são recomendadas — mas sem exagero.

Pré-adolescência
As demandas e a carga de estudo aumentam. É preciso ensinar os jovens a organizar seu tempo, dedicando um período para o estudo e outro para atividades extras — tudo isso sem esquecer do lazer. Nesse período, é possível reduzir o tempo dedicado às atividades lúdicas para cerca de duas a três horas por dia. Se não configurar um compromisso, não há restrições para a criança praticar diversas atividades, como tocar um instrumento, pintar ou desenhar, praticar esportes e brincar ao ar livre. As crianças precisam experimentar várias atividades e, a partir daí, manifestar interesse por alguma delas.

Saiba a hora de desacelerar
Para evitar que seu filho sofra com o excesso de atividades, é preciso ficar atento a alguns sintomas comuns que mostram que a coisa não está bem:

– Recusa em ir à aula
– Distúrbios no sono (dificuldade para dormir ou para acordar)
– Mudança no humor
– Perda ou excesso de apetite
– Baixo rendimento escolar
– Dores de cabeça constantes
– Irritabilidade, tristeza e agressividade em excesso

Fonte BEM ESTAR ZH 

RS Contra Obesidade Infantil


Quando bate o sinal para o recreio no Colégio Bom Conselho, em Porto Alegre, às 10h5min, os alunos correm em direção ao bar para matar a fome. Os alimentos preferidos são geralmente croissant e pão de queijo.

Mesmo que a lancheira ofereça uma prateleira cheia de frutas, sanduíches naturais e iogurtes, essas opções são acolhidas por apenas 20% dos estudantes. Há cerca de três anos, uma nutricionista foi contratada pela cantina da escola para planejar cardápios mais saudáveis. Mas a mudança leva tempo.

A iniciativa da escola reflete o desafio atual do Rio Grande do Sul. Figurando em primeiro lugar nas estatísticas brasileiras quando o assunto é obesidade, o Estado é alvo de campanhas para mudar este cenário. Uma, do Ministério da Saúde, e outra da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SRS).

Tendo como slogan “Obesidade Infantil: um problema que não estraga só a brincadeira”, a campanha gaúcha tem outdoor na rua, mídia eletrônica, jingle e ações em parques. 

Assista ao vídeo:
 
De acordo com a secretária geral da SRS, Cristina Targa Ferreira, a prevenção deve começar cedo — de preferência, ainda na gestação e nos primeiros dois anos após o nascimento.
 — Alimentação e educação no início de vida representa prevenção a doenças crônicas. As crianças obesas serão adultos com hipertensão, diabetes e problemas cardíacos — afirma Cristina. 
Enquanto os pediatras buscam conscientizar para uma mudança de atitude dos pais, o Ministério da Saúde ataca nas escolas públicas. A ação do governo federal ocorre em todo o país e pretende mobilizar escolas para o planejamento de ações ao longo do ano. 
O tipo de atividade dependerá de cada escola, mas entre as atividades estão avaliações físicas nas crianças, como medição de índice de massa corporal e encaminhamento dos alunos com problema para médicos do Sistema Único de Saúde (SUS). A adesão das escolas está aberta até sexta-feira.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 90% das crianças brasileiras consomem gordura acima do recomendado, enquanto o excesso de açúcar faz parte da dieta de 80% delas. Estima-se, ainda, que cerca de 30% das crianças brasileiras estejam em sobrepeso ou obesas. O problema é que essas crianças são mais propensas a desenvolver diversos males à saúde, como hipertensão, aumento do colesterol ruim, doenças cardiovasculares, alterações no sono e diabetes tipo 2.
– O excesso de peso em crianças está relacionado a um grande desequilíbrio entre gasto de energia e má alimentação. É preciso reverter a situação e combater essa epidemia da obesidade — afirma a nutricionista Alessandra Luglio.
 
Dicas para os pais:
  • Faça comidas coloridas e com desenhos, para tornar lúdico o momento da refeição;
  • Dê o exemplo com seus próprios hábitos diários de alimentação e exercícios físicos;
  • Evite emitir avaliações e comentários negativos sobre o aspecto físico do seu filho;
  • Use a criatividade para oferecer comida e lanches saudáveis diferentes, e tenha sempre em casa uma essas opções;
  • Incentive e participe das atividades físicas — vale prática de esportes, caminhada, corrida ou academia;
  • Construa a autoestima e o respeito por si mesmo com seu filho: elogie seus esforços, incentive-o a cultivar seus talentos e interesses de forma saudável;
  • Pergunte ao seu filho sobre como ele gostaria de ser ajudado. Entre em um acordo com ele e siga o que combinaram;
  • Converse com seu filho sobre as propagandas que envolvem modelos perfeitos e que apelam para a busca do corpo ideal.

E AINDA VALE LEMBRAR: 

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Anvisa suspende alimentos de soja da marca AdeS

Anvisa suspende alimentos de soja da marca AdeS
March 18, 2013

AdesPor precaução e para proteger a saúde da população brasileira, a Anvisa determinou, nesta segunda-feira (18/3), a suspensão de fabricação, distribuição, comercialização e consumo de todos os lotes dos alimentos com soja da marca AdeS, produzidos pela linha de produdução TBA3G, na fábrica da empresa Unilever Brasil Industrial Ltda, em Pouso Alegre (MG). A medida, válida para todo o território nacional, engloba todos os sabores do produto.

Na semana passada, após ser questionada pela Anvisa por intermédio da notificação nº 5/2013, a empresa Unilever Brasil Industrial Ltda respondeu que havia identificado falha no processo de higienização das máquinas da referida linha de produção. A falha, de acordo com a empresa, teria resultado no envase de embalagens com solução de limpeza, em um lote do produto com sabor maçã.

Apesar da Unilever já ter realizado o recall do lote do produto com sabor maçã (96 unidades, segundo informações da empresa), a Anvisa decidiu suspender todos os lotes de todos os sabores, produzidos na linha de produção em que foi identificada a falha, até que a Agência tenha mais informações sobre a verdadeira extensão do problema. Está programada para esta segunda-feira (18/3), inspeção sanitária, realizada pelas autoridades sanitárias estaduais e municipais, na fábrica da empresa.

Durante a inspeção, serão verificadas as condições sanitárias de produção do alimento. Além disso, será possível verificar a se a falha identificada pela empresa foi solucionada.

Caso seja verificado que o problema tenha, de fato, sido solucionado  e que não atingiu outros lotes e sabores, os produtos poderão ser, novamente, liberados pela Anvisa.

Recomendação ao consumidor

O consumidor que tiver adquirido os produtos não deve consumi-los. Em casos de queimaduras ou outro sintomas, procure imediatamente atendimento médico.

Para realizar a troca ou reembolso do produto, o consumidor deve entrar em contato com o fabricante, a Unilever.
A solicitação pode ser feita gratuitamente pelo SAC no 0800 707 0044, das 8h às 20h, ou sac@ades.com.br. Em casos de dúvidas, a  Anvisa dispõe de uma Central de Atendimento: 0800 642 9782.

Acesse a tabela com os produtos a serem retirados das prateleiras CLIQUE AQUI

Fonte: Site ANVISA – CLique Aqui para acessar

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